EM BREVE, o nosso novo blog estará no ar, com melhores opções para facilitar a navegação do amigo internauta. AGUARDE!!! Alexandre Pereira da Silva, mais conhecido como Alexandre da Auto Escola, ocupa pelo segundo mandato consecutivo uma cadeira na Câmara Municipal de Itaperuna. Em 2004, ano da primeira eleição, conquistou 2.386 votos, sendo o vereador mais votado naquela ocasião. Em 2008, o vereador Alexandre da Auto Escola alcançou 2.133 votos. Membro do Partido Progressista (PP), o vereador se destacou como secretário Municipal de Governo, na gestão do então prefeito Jair Bittencourt. Naquela oportunidade, alcançou inúmeras conquistas, principalmente nas áreas de Educação e Saúde. Outra importante vitória para o município, cuja atuação do vereador foi imprescindível, trata-se da implantação do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), hoje Instituto Federal Fluminense (IFF), em Itaperuna. Durante a convenção do Partido Progressista (PP), em 22 de maio de 2011, o vereador Alexandre da Auto Escola foi novamente eleito presidente da Comissão Executiva do PP, no município.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

INSS vai cobrar prejuízos de motoristas bêbados


Condutores poderão ser presos e pagar despesas com pagamento de auxílios e pensão

A Lei Seca está sendo ampliada e contará com mais rigor. Recente decisão do Supremo Tribunal Federal abre precedente para condenar por até três anos de prisão o motorista que dirigir alcoolizado. A pena pode se tornar ainda mais severa se o infrator provocar acidente. Isso porque o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) já começou a pedir na Justiça o ressarcimento pelo pagamento auxílios e de pensões por morte envolvendo irresponsabilidades no trânsito.

Ontem, o instituto, por meio da Procuradoria-Geral Federal, ajuizou na Justiça Federal a primeira ação regressiva de trânsito. Em abril de 2008, um motorista de Brasília provocou um acidente que deixou cinco mortos e três feridos com lesões graves. Segundo o boletim de ocorrência, ele estava bêbado e dirigia perigosamente.

A ação do INSS visa ao ressarcimento à Previdência Social, no valor de R$ 1 milhão, por despesas decorrentes de pensão por morte aos dependentes da vítima.

Segundo o presidente do INSS, Mauro Hauschild, além do ressarcir financeiramente aos cofres públicos, o instituto procura fortalecer uma política de prevenção de acidentes de trânsito. “Os motoristas vão pensar duas vezes antes de pegar o carro depois de ter bebido. Queremos fortalecer a educação no trânsito”, disse Hauschild, em evento no Rio no mês de setembro, quando anunciou a iniciativa do INSS.

Infrator poderá ter bens penhorados

Segundo o INSS, a Previdência Social vai tentar receber o máximo possível das despesas financeiras geradas pelos acidentes graves, mas dentro das condições econômicas do infrator. O motorista poderá ter bens penhorados e, se estiver desempregado, vai ter que arcar com os prejuízos quando voltar a exercer atividade remunerada.

Os herdeiros não devem ser acionados. De acordo com a Previdência Social,o direito previdenciário de motoristas que sofreram autolesão em acidentes de trânsito também não devem ser mexidos. A escolha dos casos de pedidos de ressarcimento será feita pela Procuradoria- Geral Federal.

‘Não há embasamento legal nenhum nesse tipo de ação’

Para o advogado Theodoro Vicente Agostinho, sócio do escritório Raeffray Brugioni e membro da Comissão de Seguridade da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo, a decisão do INSS não é legítima e pode encontrar barreiras na Justiça Federal.

“Afirmo categoricamente que não há embasamento legal nessa ação. A Previdência está invadindo competências alheias e legislando a seu favor”, critica Theodoro Vicente Agostino.

De acordo com o especialista, não há na Legislação Previdenciária ou até mesmo na Constituição Federal subsídios que sustentem a ação regressiva à pessoa física, apenas às empresas.

“O INSS quer que o motorista pague a pensão por morte até o resto da vida. Ninguém terá dinheiro. Espero que o juiz entenda um pouco de Legislação Previdenciária e veja que isso pode abrir um precedente perigoso”, alerta.

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