EM BREVE, o nosso novo blog estará no ar, com melhores opções para facilitar a navegação do amigo internauta. AGUARDE!!! Alexandre Pereira da Silva, mais conhecido como Alexandre da Auto Escola, ocupa pelo segundo mandato consecutivo uma cadeira na Câmara Municipal de Itaperuna. Em 2004, ano da primeira eleição, conquistou 2.386 votos, sendo o vereador mais votado naquela ocasião. Em 2008, o vereador Alexandre da Auto Escola alcançou 2.133 votos. Membro do Partido Progressista (PP), o vereador se destacou como secretário Municipal de Governo, na gestão do então prefeito Jair Bittencourt. Naquela oportunidade, alcançou inúmeras conquistas, principalmente nas áreas de Educação e Saúde. Outra importante vitória para o município, cuja atuação do vereador foi imprescindível, trata-se da implantação do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), hoje Instituto Federal Fluminense (IFF), em Itaperuna. Durante a convenção do Partido Progressista (PP), em 22 de maio de 2011, o vereador Alexandre da Auto Escola foi novamente eleito presidente da Comissão Executiva do PP, no município.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Discussões dos royalties somente em 2012

Reprodução da Internet

Depois de embates dos mais acalorados e promessas de rompimentos e ida a Justiça (STF) para impedir que os estados produtores de petróleo deixem de receber as receitas de royalties, finalmente uma notícia para amenizar a preocupação que elevou a discussão em crise federativa, promovida principalmente depois da aprovação do Senado Federal da lei de novo sistema de distribuição dos recursos, que contemplaria todos os estados e municípios do país, inclusive os não produtores.

É que a presidente Dilma Rousseff, que vê a real possibilidade de ter que agir assim como o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, que teve que vetar o projeto com emenda de Ibsen Pinheiro aprovado no Congresso, resolveu empurrar para 2012 a discussão. Segundo informações publicadas pelo Estadão, a presidente teria como alegação a documentação que recebeu na última semana de estudos solicitados por ela mesma, que mostram que os dados apresentados pelo Senador Vital do Rêgo, relator do projeto aprovado no Senado, não são reais, e bem distintos dos que teve acesso.

Com a intenção de protelar a discussão, Dilma ao tomar conhecimento dos prejuízos reais que Rio de Janeiro e Espírito Santo terão, pensa na possibilidade de encontrar saídas e acordo para evitar divergências na base aliada, o que já tem tido sinais claros, principalmente com as discussões do tema com os senadores Magno Malta (PR/ES) e os três do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB/RJ), Francisco Dornelles (PP/RJ) e Lindberg Faria (PT/RJ).

Há uma semana, os senadores Magno Malta (PR/ES) e Marcelo Crivella (PRB/RJ) manifestaram a ela preocupação com a votação desse projeto. A presidente afirmou que o tema ainda seria debatido pelo conselho dando um sinal claro aos presentes de que o Palácio do Planalto participará ativamente da discussão e que o seu desfecho está distante.

Além do temor provocado pela polêmica do tema, um extenso calendário de votações para as últimas semanas de trabalho legislativo em 2011 contribui para adiar o embate sobre royalties.

Nesta segunda-feira (14/11), mais três medidas provisórias começaram a trancar a pauta da Câmara, elevando para cinco o número de matérias obstruindo as votações. Na próxima sexta-feira o projeto de lei que cria o fundo de previdência complementar do funcionalismo também passa a trancar a pauta, criando um novo obstáculo. O governo já anunciou que esta proposta é prioritária para votação até o fim do ano.

Agência Estado

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