EM BREVE, o nosso novo blog estará no ar, com melhores opções para facilitar a navegação do amigo internauta. AGUARDE!!! Alexandre Pereira da Silva, mais conhecido como Alexandre da Auto Escola, ocupa pelo segundo mandato consecutivo uma cadeira na Câmara Municipal de Itaperuna. Em 2004, ano da primeira eleição, conquistou 2.386 votos, sendo o vereador mais votado naquela ocasião. Em 2008, o vereador Alexandre da Auto Escola alcançou 2.133 votos. Membro do Partido Progressista (PP), o vereador se destacou como secretário Municipal de Governo, na gestão do então prefeito Jair Bittencourt. Naquela oportunidade, alcançou inúmeras conquistas, principalmente nas áreas de Educação e Saúde. Outra importante vitória para o município, cuja atuação do vereador foi imprescindível, trata-se da implantação do Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET), hoje Instituto Federal Fluminense (IFF), em Itaperuna. Durante a convenção do Partido Progressista (PP), em 22 de maio de 2011, o vereador Alexandre da Auto Escola foi novamente eleito presidente da Comissão Executiva do PP, no município.

sábado, 15 de outubro de 2011

Eike Batista quer fábrica de caminhões no Açu

A empresa do empresário Eike Batista, depois de não conseguir viabilizar a instalação da Nissan no Complexo do Açu, agora parte para uma fábrica de caminhões. A marca não foi divulgada, mas, a ideia é fechar o planejamento do empreendimento que prevê uma montadora para o Açu.

Lá, a montadora usaria o aço da siderúrgica, a energia elétrica das usina termelétricas, o imposto reduzido de 2% de ICMS e a logística para escoamento de sua produção pelo terminal TX-2 do Porto do Açu.

No mais recente lay-out dos empreendimentos do Complexo Logístico-industrial do Açu, apresentado a investidores no início de outubro, mostra que o espaço para a montadora no Distrito Industrial de São João da Barra continua lá reservado.

Reprodução da Internet
A nova ideia para fabricação de caminhões, se por um lado, vai na linha de acreditar no crescimento da economia do país com mais consumo pela crescente classe “C”, por outro, desvaloriza a opção do porto como alternativa mais barata e viável de transporte de mercadorias pelo litoral, onde residem mais de 70% da população brasileira, e ainda numa visão menos rodoviarista que os discursos da sustentabilidade dizem caminhar.

Fonte: Blog Roberto Moraes

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